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terça-feira, 28 de junho de 2011
Boa escola na infância reduz risco de envolvimento com drogas
Pesquisadores americanos acompanharam grupo de pessoas dos 3 aos 28
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Adriano Andrade
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Marieta Severo pode interpretar Dilma Rousseff no cinema
O convite já foi feito. Agora a atriz está estudando o roteiro do longa-metragem que vai contar a história da presidenta
A atriz Marieta Severo recebeu o convite para interpretar a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, no cinema. O roteiro será baseado no livro "A Primeira Presidenta", do jornalista Helder Caldeira. O longa-metragem deve contar a história de Dilma Rousseff e tem lançamento previsto para dezembro de 2012. Quem convidou a atriz Marieta Severo para o papel principal do filme foi o produtor Antônio de Assis. Em nota, a assessoria de imprensa da atriz informou que Marieta "a princípio aceitou o convite, mas ainda vai ler o roteiro e estudar a proposta". Marieta deve interpretar a presidente Dilma no cinema
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Adriano Andrade
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Dilma
FAO será comandada pelo brasileiro José Graziano
Será o primeiro latino-americano a comandar a entidade, ligada à ONU, em toda sua história. Graziano foi ministro no governo Lula e derrotou um forte candidato da Espanha
José Graziano, ontem, logo após ter a vitória anunciada (ANDREAS SOLARO/AFP)
O brasileiro José Graziano da Silva, 61, foi eleito ontem para o cargo de diretor-geral da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), derrotando o espanhol Miguel Ángel Moratinos. Graziano será o primeiro latino-americano a presidir a instituição encarregada de combater a fome no mundo. Ele sucede o senegalês Jacques Diouf, que ocupou o cargo de diretor-geral durante 17 anos.
Em votação de segundo turno, o brasileiro obteve 92 votos, sendo apoiado pela Indonésia e os chamados “países não-alinhados” do G-77, entre eles, boa parte da África. No primeiro turno, Graziano já havia superado Moratinos por 77 a 72 votos. As eleições foram realizadas ontem, em Roma.
Em votação de segundo turno, o brasileiro obteve 92 votos, sendo apoiado pela Indonésia e os chamados “países não-alinhados” do G-77, entre eles, boa parte da África. No primeiro turno, Graziano já havia superado Moratinos por 77 a 72 votos. As eleições foram realizadas ontem, em Roma.
Crise terminal do capitalismo?
Leonardo Boff
Tenho sustentado que a crise atual do capitalismo é mais que conjuntural e estrutural. É terminal. Chegou ao fim o gênio do capitalismo de sempre adapatar-se a qualquer circunstância. Estou consciente de que são poucos que representam esta tese. No entanto, duas razões me levam a esta interpretação.
A primeira é a seguinte: a crise é terminal porque todos nós, mas particularmente, o capitalismo, encostamos nos limites da Terra. Ocupamos, depredando, todo o planeta, desfazendo seu sutil equilíbrio e exaurindo excessivamente seus bens e serviços a ponto de ele não conseguir, sozinho, repor o que lhes foi sequestrado. Já nos meados do século XIX Karl Marx escreveu profeticamente que a tendência do capital ia na direção de destruir as duas fontes de sua riqueza e reprodução: a natureza e o trabalho. É o que está ocorrendo.
A natureza, efetivamente, se encontra sob grave estresse, como nunca esteve antes, pelo menos no último século, abstraindo das 15 grandes dizimações que conheceu em sua história de mais de quatro bilhões de anos. Os eventos extremos verificáveis em todas as regiões e as mudanças climáticas tendendo a um crescente aquecimento global falam em favor da tese de Marx. Como o capitalismo vai se reproduzir sem a natureza? Deu com a cara num limite intransponível.
A primeira é a seguinte: a crise é terminal porque todos nós, mas particularmente, o capitalismo, encostamos nos limites da Terra. Ocupamos, depredando, todo o planeta, desfazendo seu sutil equilíbrio e exaurindo excessivamente seus bens e serviços a ponto de ele não conseguir, sozinho, repor o que lhes foi sequestrado. Já nos meados do século XIX Karl Marx escreveu profeticamente que a tendência do capital ia na direção de destruir as duas fontes de sua riqueza e reprodução: a natureza e o trabalho. É o que está ocorrendo.
A natureza, efetivamente, se encontra sob grave estresse, como nunca esteve antes, pelo menos no último século, abstraindo das 15 grandes dizimações que conheceu em sua história de mais de quatro bilhões de anos. Os eventos extremos verificáveis em todas as regiões e as mudanças climáticas tendendo a um crescente aquecimento global falam em favor da tese de Marx. Como o capitalismo vai se reproduzir sem a natureza? Deu com a cara num limite intransponível.
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segunda-feira, junho 27, 2011
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Artigos: Leonardo Bof
AO PÉ DA LETRA
Prof. Pasquale Duas palavras sobre a vírgula (4)
Na semana passada, continuamos nossa conversa sobre o emprego da vírgula. Na verdade, nossa conversa trata dos casos em que se emprega e dos casos em que não se emprega a gloriosa vírgula.
Um dos casos que vimos no último texto foi este: “Os candidatos responderam a todas as questões calmamente”. Vimos que os termos que compõem essa oração estão dispostos na ordem direta, por isso não há necessidade de empregar a vírgula. Vimos também que, se o advérbio “calmamente” fosse colocado depois de “responderam”, teríamos duas hipóteses: a) não empregar vírgula alguma (“Os candidatos responderam calmamente a todas as questões”); b) isolar o advérbio com duas vírgulas (“Os candidatos responderam, calmamente, a todas as questões”). Como dissemos, os dois procedimentos são corretos, mas não se pode afirmar que são absolutamente equivalentes, lembra? Com as vírgulas, enfatiza-se o modo como os candidatos responderam a todas as questões.
Prof. Pasquale
Duas palavras sobre a vírgula (4)
Na semana passada, continuamos nossa conversa sobre o emprego da vírgula. Na verdade, nossa conversa trata dos casos em que se emprega e dos casos em que não se emprega a gloriosa vírgula.
Um dos casos que vimos no último texto foi este: “Os candidatos responderam a todas as questões calmamente”. Vimos que os termos que compõem essa oração estão dispostos na ordem direta, por isso não há necessidade de empregar a vírgula. Vimos também que, se o advérbio “calmamente” fosse colocado depois de “responderam”, teríamos duas hipóteses: a) não empregar vírgula alguma (“Os candidatos responderam calmamente a todas as questões”); b) isolar o advérbio com duas vírgulas (“Os candidatos responderam, calmamente, a todas as questões”). Como dissemos, os dois procedimentos são corretos, mas não se pode afirmar que são absolutamente equivalentes, lembra? Com as vírgulas, enfatiza-se o modo como os candidatos responderam a todas as questões.
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AO PÉ DA LETRA
Nova secretaria do MEC anuncia o Sistema Nacional de Educação
Plano de Carreira dos professores, piso e até a realização de um exame nacional da categoria estão entre as atribuições do novo órgão
Por: Gil Maranhão
Agência Política Real
O governo federal acaba de criar, dentro da nova estrutura do Ministério da Educação (MEC), a Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase). As ações da nova secretaria serão executadas através de três setores: Diretoria de Cooperação e Planos de Educação, Diretoria de Articulação dos Sistemas de Ensino e a Diretoria de Valorização dos Profissionais da Educação.
Em entrevista exclusiva a Agência Política Real, o piauiense Antonio José de Medeiros – que já ocupou vários cargos na administração pública e disputou várias eleições (a última foi para senador) e deu grande contribuição para o desenvolvimento social em seu estado - fala do papel da Sase.
Afirma que a nova secretaria tem como objetivos macros executar o princípio constitucional da regulamentação do regime de colaboração, e construir um Sistema Nacional de Educação “que garanta um padrão único, ou pelos menos mínimo, de qualidade para a educação, com a participação efetiva da União, estados e municípios”.
Nessa entrevista, Antonio Medeiros discorre um pouco sobre as ações de cada uma das três diretorias da Sase – incluindo a Diretoria de Cooperação e Planos de Educação, para a qual foi convidado pelo governo federal para ser o titular.
Qual é o papel da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) dentro da reestruturação do MEC?
Por: Gil Maranhão
Agência Política Real
O governo federal acaba de criar, dentro da nova estrutura do Ministério da Educação (MEC), a Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase). As ações da nova secretaria serão executadas através de três setores: Diretoria de Cooperação e Planos de Educação, Diretoria de Articulação dos Sistemas de Ensino e a Diretoria de Valorização dos Profissionais da Educação.
Em entrevista exclusiva a Agência Política Real, o piauiense Antonio José de Medeiros – que já ocupou vários cargos na administração pública e disputou várias eleições (a última foi para senador) e deu grande contribuição para o desenvolvimento social em seu estado - fala do papel da Sase.
Afirma que a nova secretaria tem como objetivos macros executar o princípio constitucional da regulamentação do regime de colaboração, e construir um Sistema Nacional de Educação “que garanta um padrão único, ou pelos menos mínimo, de qualidade para a educação, com a participação efetiva da União, estados e municípios”.
Nessa entrevista, Antonio Medeiros discorre um pouco sobre as ações de cada uma das três diretorias da Sase – incluindo a Diretoria de Cooperação e Planos de Educação, para a qual foi convidado pelo governo federal para ser o titular.
Qual é o papel da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) dentro da reestruturação do MEC?
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